Apresentações são péssimas, mas necessárias. Por vezes pode parecer que estamos querendo acelerar uma intimidade, ou que estamos nos gabando apressadamente de coisas que fazemos e pensamos. A meu favor tenho a suposição de que se você está lendo isso, acredita e está minimamente interessado(a) no que tenho a dizer e no que penso. Bom começo.
Meu nome é Caio Lemos, tenhos 22 anos, curso jornalismo e não tenho absolutamente nada de empolgante ou revolucionário para dizer agora. Aliás, dificilmente terei. Por que estou colaborando aqui então?
Bom, sem querer soar exageradamente velho ou presunçosamente experiente, acho que dos 18 aos 20 anos foi quando mais mudei minha cabeça. Hoje vejo as coisas de maneira bem diferente e, embora nem sempre aja como tal, me tenho como mais adulto do que um simples jovem. Bom, ruim, indiferente, cada um pense o que quiser, apenas estou expondo minha visão de mundo. Apesar disso, para a minha sorte, ainda não esqueci como é ter 15, 16 ou 17 anos (como todos nós, invariavelmente, esqueceremos). Pois bem, nada melhor do que manter esse meio termo registrado para as gerações posteriores.
Nesse tom de pré-saudosismo é que vou guiar esse primeiro post, deixando claro o que eu penso, hoje (aos 20 e poucos), do mundo. É uma regra simples e honesta: faça valer a pena. Não tenha isso como sinônimo de bebedeiras, farras, agitações sem fim e etc. Faça valer a pena. Beba, farreie, agite, mas também durma, jogue Playstation, admire um bom filme, seja nerd, ouça música... Ache o que isso significa para você, e aí use e abuse, sem dó.
Cansado dessa pieguice de apresentação me despeço. Vou ali na mesa de jantar, fazer valer a pena o lindo bife que minha mãe acabou de cozinhar.
segunda-feira, 8 de março de 2010
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